sexta-feira, 27 de março de 2015

Dia Mundial do Teatro





























“Hoje” é Dia Mundial do Teatro. Hoje e sempre!
Esta é uma das minhas fotos preferidas como professora de expressão artística, em contexto de sala de aula no projeto EPÁ! Educação pela Arte, onde o teatro está sempre presente.
Coisas boas da vida vrummm… vrummm…

sábado, 21 de março de 2015

Jantar de ESTUFADORES

No dia Mundial da Árvore e da Poesia juntaram-se à ESQUINA uma boa meia dúzia de bons Estufadores para estufar amizades.

Brindemos à Amizade e à Associação ESTUFA – Plataforma Cultural.




Dia Mundial da Árvore e da Poesia













Plantar uma floresta
"Quem planta uma floresta
planta uma festa.
Planta a música e os ninhos,
faz saltar os coelhinhos.
Planta o perfume das seivas e flores,
Solta borboletas de todas as cores.
Planta abelhas, planta pinhões
e os piqueniques das excursões.
Planta a cama mais a mesa,
planta o calor da lareira acesa.
Planta a folha de papel,
a girafa do carrocel.
Planta barcos para navegar,
e a floresta flutua no mar.
Planta carroças para rodar:
muito a floresta vai transportar.
Planta bancos da avenida:
descansa a floresta de tanta corrida.
Planta um pião na mão de uma criança:
A floresta ri, rodopia e avança."

poema de Luísa Ducla Soares
ilustração de Tânia Clímaco

Cartaz para a Feira das Sopas e Artesanato



Hoje é Dia de Sopas e Sopinhas
com artesanato da tia e da vizinha!

21 de março às 13h, organizado pelo J.I. e EB de Boavista, na EB de Boavista (Rua da escola 2560 – 414 Silveira) é aberto à comunidade organizado pela comunidade, por isso, estão todos convidados.

quinta-feira, 19 de março de 2015

sexta-feira, 13 de março de 2015

Cartaz para “Tertúlias na escola”

Uma iniciativa muito interessante, da extraordinária equipa (Ana Reis, Ana Sofia Sousa Mendes e Dulce Caetano), do Centro Educativo de Dois Portos. 

Pais convidados a refletir, em conjunto, com a escola sobre as vivências escolares das suas crianças. “O que podemos e queremos mudar?” “Quais as alternativas para um caminho mais feliz?” … porque a escola não pertence só ao aluno, ou ao professor nem tão pouco a um Ministério da educação! A escola é NOSSA, da comunidade, de todos! 
Sementes a germinar… Parabéns!

sábado, 7 de março de 2015

Professor José Pacheco

Hoje foi um dia muito especial! O professor José Pacheco esteve no Centro Educativo da Ventosa (Torres Vedras) para uma extraordinária partilha sobre educação. As sementes foram lançadas espero que germinem... porque 
" (...) o sonho comanda a vida
E sempre que o Homem sonha
O mundo pula e avança
Como bola colorida
Entre as mãos duma criança."
Vereadora da educação de Torres Vedras e o Professor José Pacheco











José Francisco de Almeida Pacheco |10 de maio de 1951
É educador, pedagogo e pedagogista português, grande dinamizador da gestão democrática na Educação.
Especialista em Leitura e Escrita, é mestre em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Coordenou desde 1976, a Escola da Ponte, da qual é idealizador, instituição que se notabilizou pelo projeto educativo baseado na autonomia dos estudantes, até à data da sua reforma.
Está desde Abril de 2011 a colaborar directamente no Projeto Âncora, uma ONG em Cotia, São Paulo do Brasil, que segue o mesmo ou idêntico modelo de ensino.
É autor de livros e de diversos artigos sobre educação, definindo-se como "um louco com noções de prática".
No dia 8 de Maio de 2004 foi feito Comendador da Ordem da Instrução Pública, pelo Presidente da República Portuguesa, Jorge Sampaio.

Biografia retirada da  wikipedia | enciclopédia livre
mais informação AQUI

espetáculo “CHEIO”

Um dia em CHEIO terminou com o espetáculo "CHEIO" uma criação artística de Filipa Francisco e Thorsten Gruetjen no Teatro-Cine de Torres Vedras. De coração e saco CHEIOs desfilámos pelas ruas de Torres Vedras todos catitas CHEIOs de orgulho.




Magda Matias, Tânia Clímaco, Margarida, Cátia Reixa, Arlane Aragão e Rui Estrela Silva




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Momentos “Strike”

Hoje, dois alunos, de 4 anos, na minha aula de EPÁ! Educação pela Arte “calçaram” uns sapatos muito especiais, uns sapatos de bowling. Único adereço do exercício de expressão dramática proposto. De repente, dois deles começaram a disputar as mãos! Perguntei-lhes o que é que estavam a fazer, por que é que estavam tão zangados!? Um deles respondeu-me: - Ele não me dá a minha bola de Bowling!! E o outro defende-se: – Eu tinha a bola primeiro!
É claro que fiquei com a bola de bowling imaginária e mandei cada um deles ir buscar uma nova bola de bowling imaginária.


Há momento que são verdadeiros “STRIKE”.



















domingo, 22 de fevereiro de 2015

Caça às texturas

Hoje eu e os meus alunos, do Atelier de Desenho e Pintura, saímos para observar a riqueza de texturas que a rua oferece, com riscadores na mão e papel na outra fizemos uma bela caçada.




http://www.estufa.pt/atelier-de-desenho-e-pintura


domingo, 15 de fevereiro de 2015

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dia dos namorados

Dia de SAPO, SAPATO e outras coisas começadas por S . . .

Hoje é dia de dar beijos na boca, mais do que qualquer outro dia. Beijos descarados, beijos sinceros, beijos apaixonados, beijos... Um dia de excesso de consumismo, por isso, consumam muitos abraços, beijos, afectos, amor, sem pudor.
Às meninas desejo, aquele beijo certeiro no sapo certo. Cuidado, se ele continuar a coaxar é que a coisa não correu bem. NÃO insistam, é provável que seja mesmo um sapo.
Aos meninos desejo, aquele sapato certeiro na princesa certa. Cuidado, não vale usar calçadeira, forçado dá mal resultado. Largo também não que, mais tarde ou mais cedo, espatifam-se no chão.

Beijos, tenho de ir namorar a vida…


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Museologia

Na universidade tínhamos a disciplina de Museologia que achei sempre muito interessante. Ensinou-me a observar o objecto museológico de uma perfectiva muito interessante. Hoje partilho um desafio proposto ao meu “ex” professor de Design de Comunicação, Luiz Filipe Trigo. Um desafio para falar de MUSEUS, de INTERNET e de INCLUSIVIDADE, e eu desafio-vos a ler o resultado deste desafio. Da página 93 à 100. http://pt.calameo.com/read/001906175eafaa435ab72


(…) “Os museus são sítios onde se pode e deve ver, tocar, ouvir e, até, saborear ou cheirar e, claro, interpretar. (…) E depois, há uma atração fatal para tratar as coisas musealizadas como se fossem meninos bem comportados, engomadinhos, perfilados, em sentido, uns ao lado dos outros, como soldados numa parada, prestando vassalagem à casa que os acolhe e abriga. (…)

sábado, 31 de janeiro de 2015

Workshop com a FLORESCER


















Hoje estive no Ciclo de Encontros e Reflexões sobre Educação | Abordagens Pedagógicas Inovadoras num workshop com a FLORESCER | Comunidade de aprendizagem em Linda-A-Velha, no Centro de Educação Ambiental em Torres Vedras.
O workshop intitulava-se Workshop com a FLORESCER: A escola da ponte e a pedagogia waldorf para além do método. Roda rítmica e dinâmica com crianças e adultos. 
Com as facilitadoras Teresa Mendes e Teresa Manuel.

Se me pedissem para descrever este workshop numa frase eu diria Dar voz às crianças ouvindo-as com atenção e respeitando a sua opinião. 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Ciclo de Encontros e Reflexões sobre Educação | Abordagens Pedagógicas Inovadoras

Começa no próximo sábado, dia 31 de janeiro, às 15h, no Centro de Educação Ambiental, em Torres Vedras.
De Janeiro a Junho de 2015.
Organizado pela Associação ESTUFA - Plataforma Cultural
As conferências são gratuitas. 
workshops 20€
Informações | 936408775 e geral@estufa.pt

Programação  Aqui 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Olá 2015! Bem vindo!

Desejo-vos um ano de 2015 cheio de excelentes PERSPECTIVAS... ora visto de cima, ora visto de baixo... de lado... de forma positiva... negativa... irónica...
Divirtam-se a vivê-lo!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O Menino que não gostava do Natal

A minha prenda vem embrulhadinha no conto O Menino que não gostava do Natal do Pedro Emanuel Santos que tive a honra e o prazer de ilustrar, para a revista MUTANTE. Um conto que conta o ESSENCIAL do Natal. 

Desejo-vos um Feliz Natal cheio de trevos, verdes esperança, e corações quentes, de um vermelho bem vivo.

Muito obrigada Pedro Emanuel Santos.

O Menino que não gostava do Natal

ou o menino que não sabia sorrir.
I
Havia um menino que não sabia sorrir. Um menino que não gostava do natal. Achava que o natal doía.
Lá em casa eram três: ele e os pais. Tinham apenas uma televisão, muito pequena. Quase sempre ouviam televisão. Ouviam, porque raramente viam. A imagem era péssima, e poucas vezes surgia. Isso não o incomodava, pois não gostava das publicidades. Quando, ao jantar, por alturas que antecipavam o natal, passavam incansavelmente anúncios de brinquedos, o menino reparava na forma como o pai olhava para a mãe e, de seguida, baixava os olhos. O pai ficava triste, pois não os podia comprar. Isso doía no pai. Doía na mãe. E doía no menino.
Sabia que quando chegasse à escola, depois das férias de natal, todos se “gabariam” do que haviam recebido. Mas ele não os invejava. O menino não pedia nada. Sabia que as coisas são como são, e não se queixava. Apenas doíam, e não sabia sorrir.
É altura de festa, esperança, de paz e amor – diziam – mas o menino não entendia. Para ele, eram apenas luzes por todo o lado. Roupas novas e alegria (nos outros). Até os sem abrigo tinham dias diferentes, por esta altura. Comiam todos juntos em grandes espaços. Mas onde será que jantariam nos outros dias? – questionava-se – Talvez não tenham muita fome, como eu – pensava ele.
Diziam que há muitos anos por esta altura o menino Jesus nasceu, e também ele teve prendas. Porque não teria ele também as suas? Será culpa dos reis que já não existiriam? Ou das estrelas que não os saberiam guiar até sua casa? Talvez fosse isso. Até porque a sua casa era muito pequenina e pobre. Pelo menos eu não preciso de animais para me aquecerem – pensava para si – pois acendo o lume. E nisto, quase esboçava um sorriso. Mas apenas físico. Diziam que as pessoas podiam sorrir por dentro. Ele, apenas conseguia sorrir por fora, e só quando necessário. Por dentro não sabia. Não conseguia.
Pensava ainda: a culpa também poderia ser dos adultos que se portaram mal, e gastaram todo o dinheiro que havia. Até que tiveram que vir os homens estrangeiros, carecas, de fato e gravata, pôr ordem na casa – como dizia o seu pai. Acho que eles também não sabiam sorrir. E eles também não devem ser muitos bons na matemática, pois o meu pai diz que colocaram apenas alguns, a pagar por todos. Se calhar, tinham uma professora má, como a minha. Não sabe explicar muito bem, pois está cá há pouco tempo.. e vai já embora, para outra ponta do país…
II
Noite de natal. Não percebo porque os meus pais sorriem tanto. Nunca o fazem.
O pai terminou a sopa. A mãe também. E não tiram os olhos de mim.
Temos uma prenda – disseram.
Prenda? respondeu o menino.
Sim! Aliás, duas: o pai já tem emprego, e…
E a outra é que… Vais ter uma irmã.
Paz, esperança, amor… e natal.
Pela primeira vez tudo fez sentido.
O menino sorriu.





domingo, 21 de dezembro de 2014

Histórias Suspensas

Imaginamos três narradores de histórias. O corpo e a voz saltam para dentro das histórias, agindo e reagindo através de voos, voltas e reviravoltas. Criam-se desvios que nos levam a outras pequenas histórias. A ideia de suspensão acontece na acção e no enredo, que surpreende a cada momento. O Tempo nas histórias, ou pára ou passa muito rápido… aqui suspende-se no olhar de quem assiste e partilha esta aventura! O que vem a seguir?!
O projeto Histórias Suspensas, criou um volume, que ás vezes se confunde com uma casa ou um armário. Aqui guardam-se segredos. As portas vão-se abrindo e fechando, expondo e ocultando, personagens e situações.
Neste armário de fabricar sonhos, as possibilidades são infinitas, e o limite é a própria imaginação!
Em 2013 o Serviço Educativo da Casa da Música convida  a Companhia RADAR 360º para re-criar a peça com a interpretação de músicos ao vivo.
Nasce a versão Histórias Suspensas 2.0 com os músicos e autores:
António Serginho, Filipe Lopes e Joana Araújo.

Ficha artística:
Género: Teatro Fisico e Circo
Público-Alvo: Famílias e público em geral a partir dos 4 anos
Duração: 50m (aprox)
Direção Artística: Joana Providência
Intérpretes e Co-criadores: António Oliveira, Filipe Caco e Julieta Rodrigues
Cenário: A2G Arquitectura – Ângela Frias e Gonçalo Dias
Desenho de Som: Rodrigo Santos
Figurinos: Julieta Rodrigues
Adereços: Susete Rebelo
Direção Técnica: Emanuel Santos/Hugo Ribeiro
Fotografia: Enis Leblebici, José Frade, António JC Sousa e João Messias
Co-produção: RADAR 360º Associação Cultural e Teatro Maria Matos

Apoios à criação: Fábrica da rua da Alegria, Esmae, TNSJ, Vera Santos, TNSJ, Tubos Vouga, amigos e família.

site http://www.radar360.pt/radar360-historiassuspensas.html






“Histórias Suspensas” com “RADAR 360ª Associação Cultural” no Teatro-Cine de Torres Vedras no dia 21 de dezembro de 2015.
“Oficina Suspensa” | Bruxa Má da história da Branca de Neve, fábrica de maças envenenadas.



“Histórias Suspensas” com “RADAR 360ª Associação Cultural” no Teatro-Cine de Torres Vedras no dia 21 de dezembro de 2015.
“Oficina Suspensa” | Bruxa Má da história da Branca de Neve, a posar para o retrato com a careta mais “bonita” do mundo. Não é verdade ESPELHO MÁGICO, ESPELHO MEU???
Trompetista Mor Gabriel Santos

'Histórias Suspensas' é um espetáculo de teatro inesquecível, maravilhoso! Se tiverem oportunidade vejam, se não tiverem arranjem porque é imperdível.

domingo, 14 de dezembro de 2014

UMBIGO teatro minimal para a infância poética

Hoje fomos a Cascais. Eu, a Ema, o Hugo, a Cátia e a Maria ver Umbigo teatro minimal para a infância poética. Um espetáculo com a minha amiga e muito querida Diana Coelho e a sua filha Violeta Arraiano. Em palco a cumplicidade entre as duas é de uma beleza incrível juntamente com o cenário que cria um ambiente sublime. O espetáculo é de uma poesia minimalista perfeita!
Adorei!



Gotas. Moléculas. Viagem. Pais. Filhos. Ser.
Nascer e Viver. Ser rochas e chuvas.
Eu sou Tu e Tu és Mim. Como eu sou parte do todo, tudo faz parte de mim.
Sou uma pinta no Universo.

Umbigo, uma performance poética que liga a história de cada um de nós, através do movimento conjunto de mãe, Diana Coelho de 26 anos e filha, Violeta Arraiano, de 3 meses. Com música original de David Matos e composição visual de Leonor Morais este espetáculo desenha-se interativamente ao longo de 25 minutos – Sussurrar amar. Semear, fazer brotar.


Ficha técnica e artística

Cocriação e Interpretação  Diana Coelho e Violeta Arraiano
Texto Diana Coelho, Leonor Morais e Luz Valente
Musica Original David Matos
Composição Visual Leonor Morais
Figurinos Faia
Luz Equipa técnica CCC
Produção Executiva Alexandra Neves Silva
Registo A. Carrusca
Promotor ESTUFA  Plataforma Cultural
Apoio Centro Cultural de Cascais e Teatro Gil Vicente

sábado, 1 de novembro de 2014

Uma PÉROLA de intervenção

Durante a exposição PÉROLA | Terceira Edição das Intervenções Artísticas em espaço devolutos em Torres Vedras, os meus alunos foram convidados a intervir na parede onde habitava o meu trabalho Guardador-Salvador.
“Guardador-Salvador é um rapaz muito trabalhador, de sol a sol, e mora no cimo de uma duna ou em baixo, dependendo do vento. Quando era pequenino lapou-se uma barbatana à mão. Assobia, todos os dias, para o ar para cumprimentar as gaivotas. A sua dieta é rica em bolas-de-berlim com creme. É rapaz de poucas falas com os banhistas, que o deixam com a cabeça em água. É solteiro porque gosta pouco de piranhas apesar de ter domesticado uma!”

Atelier de Desenho e Pintura https://www.facebook.com/pages/Atelier-de-Desenho-e-Pintura/439787516098256?fref=ts